parque augusta

O desenvolvimento do projeto partiu da discussão em 2014 sobre a destinação da área. Pensamos então num projeto em que não faria uso de concessão para edificações. Propusemos uma grande arquibancada ao longo da Rua Augusta para que as pessoas sentassem e olhassem a beleza do parque natural. A grande arquibancada, de costas para a cidade, propunha um parque voltado para si mesmo, como uma espécie de oásis dentro do caos urbano.

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Das premissas que norteiam o projeto para o Parque Augusta, destacamos os seguintes temas:

terreno

Tirar proveito da topografia existente é uma premissa que, além de preservar o aspecto histórico da geografia do terreno, minimiza a obra e preserva o máximo da vegetação e do ecossistema presente. Sabendo disso, utilizamos da maior cota do terreno – 3 metros – para a implantação de todo programa mais pragmático do parque, tais como: sanitários e vestiários públicos, administração e uma área com lanchonete e café. A cobertura desse programa servira como praça de acolhimento e belvedere, evitando assim qualquer tipo de volume construído, o programa agora está incorporado à topografia.

transposição entre níveis

Para fazer a ligação entre a praça de chegada – cota superior – e os demais programas, uma arquibancada foi pensada para transpor esses níveis. Além disso, ela terá a função de acolher os eventos públicos que se possam imaginar no parque.

parque hídrico

A ideia primordial do projeto é tornar a presença da água protagonista. Os edifícios do entorno descartam excesso de água proveniente do lençol freático na sarjeta. A ideia é recolher e armazenar esse grande volume de água, tornando o parque autossuficiente – além da água proveniente da chuva que passa por dentro do parque que será incorporada ao paisagismo.